Ervas que curam

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Desde a semana passada estou lutando com uma gripe que insistiu em me derrubar. Justo agora que eu queria provar vários menus do SP Restaurant Week estou de molho em casa. E eis que ontem “topei” com um livro que estava esquecido na minha biblioteca chamado “Ervas que Curam – um reencontro com a farmacologia natural”, do Roberto Weil.

Me lembro de ter lido algumas passagens desse livro quando o comprei, mas nunca tinha testado qualquer de suas indicações. Apesar de adorar ervas, não sou fã de chá e mesmo quando estou adoentada evito-os.

Também não sou hipocondríaca. Pelo contrário, evito ao máximo tomar remédios e tento deixar meu corpo reagir sozinho, mas como não o ajudo com nenhuma receitinha de chá ou xarope da vovó, depois de uns dias sucumbo aos famosos “anti-gripais” que mais atacam meu estômago do que levantam meu astral.

Ao pegar o livro e ler a seguinte passagem, resolvi mudar de atitude:

A medicina alopática visa resultados rápidos, mas seus remédios só funcionam à altura da expectativa quando encontram um organismo que, em vez de encontrar-se saturado por drogas, esteja enriquecido pelos nutrientes naturais. Basta este motivo para reabilitarmos as ervas e plantas medicinais em busca da saúde – ou de sua preservação (…)

E por que estou contando tudo isso para vocês? Porque no MIMO vamos ter uma horta! E eu vou adorar, além de usar as ervas para aromatizar os pratos, também disseminar os conhecimentos desse livro e indicar, aos clientes que gostam de cultivar suas plantas, um modo de criarem sua pequena farmácia natural!

E o que eu vou testar hoje?

Para resfriados: alecrim, limão e sálvia (e a sálvia também combate varizes, viu mulherada?), ou ainda a receita de azedinha, se bem que esta não é recomendável para quem sofre de males do estômago… é melhor eu evitar.

Para tosse: gengibre com mel. Aposto que muitas avós faziam esse chá. E não vá usar gengibre em pó hein… Também pode ser verbasco fervido no leite. Verbasco? Sim, para quem não conhece é uma planta que (dizem) nasce até em beira de estrada (olha uma foto no Google, vá)

Para garganta inflamada: linhaça, mel e limão. Linhaça? Essa é novidade para mim. Vou testar!

E tem também o antigripal de pimenta caiena, sal e vinagre de maçã. Deve ser forte, não? Mas os menos corajosos podem diluí-lo em um chá.

Preciso aumentar a minha farmácia natural!

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