A fascinante Ásia

Publicado em Atualizado em

Este não é um post sobre comida asiática. Até porque como poderia eu, em um único post, agrupar tantas culturas culinárias quantas cabem no maior e mais populoso continente desse nosso planeta?

Isso sem falar que minhas poucas incursões pelos bairros paulistanos da Liberdade e do Bom Retiro, nenhum carimbo no passaporte para além do leste europeu, e poucas leituras/estudos sobre o fascinante continente, me credenciam a tratar do assunto.

Por mais que odeie rankings e essa necessidade de premiar, “estrelar” e qualificar, posso até contar para os mais afoitos quais são meus japoneses, chineses, coreanos, etecétera preferidos… avisando que nem para isso sou confiável pois muitos dos clássicos e/ou populares paulistanos não foram por mim visitados (mas antes que insistam a listinha está abaixo).

Isso quer dizer então que este post foi feito única e exclusivamente para fazê-los admirar.

Se hoje tudo o que ouvi é que o ano finalmente começou pois o carnaval acabou, começo eu com a “primeira de todas as paixões” (Descartes, René): a admiração.

Nas minhas buscas por culinária e fotografia tive o prazer de me deparar com o site do fotógrafo americano David Hagerman, e mais não pude pensar senão parar para admirar as imagens da Ásia (acessem o link aqui).

E cheguei nesse link por outro site incrível de se admirar, o Eating Asia, no qual me perco horas entre os chás da Anatólia (porção asiática da Turquia) e os cafés da manhã da Malásia – claro porque Ásia não é só “Bairros da Liberdade”, não?

Aliás, dou outra dica!

Quando quero saber alguma coisa da culinária japonesa inicio sempre minhas buscas pelo blog da admirável Marisa Ono. Vá lá você também, clicando aqui.

OK, antes que me cobrem, a listinha:

Japoneses: Hideki e Jun Sakamoto, ambos em Pinheiros; Sushi Isao na Liberdade e Shintori, no Jardim Paulista (olha só… pertinho do MIMO).

Chineses: Shifu e Rong He na Liberdade e Ton Hoi no Butantã.

Coreano: Só conheço um, vale? Restaurante Ueda, na Rua da Glória. Serve Iakinuku (tipo de um churrasco na grelha). E agora!?! Isso é comida japonesa de origem coreana ou coreana mesmo? Não sei…

Árabes: Miski, no Jardim Paulista (Ah! Esse sim vizinho do MIMO), Gebran e Raful, ambos próximos à 25 de março.

Turcos: eu até devia dizer que fico devendo uma dica por desconhecimento total da causa, mas como adoro o Pita Kebab, em Pinheiros, e se minha cultura geral não me trair sobre a origem do kebab, arrisco a citar esse pequeno bar/restaurante aqui.

Tailandeses: Humm, sinceramente? Nenhum. Não consigo entender o porquê de São Paulo não ter um tailandês bem decente, ou pelo menos porque ninguém me apresentou um até hoje. Eu gosto do Marakuthai, se alguém pensou nele, mas não o classifico como tailandês OK? Nem aqui, nem na Ilhabela.

Indianos e demais também não conheço, mas aceito todas as sugestões que vocês quiserem me dar. Pensei até em citar o marroquino Tanger, mas além de o Marrocos não ser na Ásia e sim na África (quase cometi a gafe…) não o visitei desde que mudou de endereço na Vila Madalena e minha impressão até então era de irregular.

Uma opinião sobre “A fascinante Ásia

    Havaí, porque não? « MIMO Restaurante disse:
    23/02/2012 às 3:54 AM

    […] falei da fascinante Ásia não me contive em deixar de lado o “paradisíaco” Havaí que não pertencendo […]

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