Aprendendo a criar um Blog. Cadê as fotos?

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Ainda estou na fase de aprender a mexer neste blog, o que posso fazer, configurar e customizar.

E pra testar se já adquiri conhecimentos suficientes pra deixar os posts mais interessantes, preciso saber se consigo postar fotos!

Sim! Porque com o bombardeio de informações que recebemos, ninguém tem paciência de ficar realmente lendo tanto blog por aí.

E a foto inaugural obviamente tem que ser a foto do “antes” da casa que abrigará o restaurante. O seu “look” original, tal como a comprei e, na época, batizei de “La casita”.

A saga da compra da casa vou contar num post específico, hoje é sexta-feira e em homenagem à ansiedade pelo final de semana que se aproxima, não vou escrever mais nada e sim mandar ver nas fotinhos! 

Seu “look” em fase inicial de obras, limpando o terreno…

E a situação no dia de hoje… Um pouco bagunçadinha essa obra!

 

Cadê o feminino?

Aos Amigos

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Sempre me senti um pouco analfabeta quando se trata de tecnologia e meus computadores nunca foram explorados além do Pacote Office (sim, eu não tenho um Mac! Tive o prazer de ficar uma semana com o do meu irmão, é apaixonante, mas os meus neurônios não acompanharam).

Depois do boom das redes sociais e do fato de que eu consigo me virar bem com elas, achei que criar um blog não fosse uma tarefa de alta dificuldade… ledo engano…

Se por um lado não é tão difícil sair escrevendo no mundo virtual, por outro lado fazer tarefas básicas como redirecionar o seu site para o seu blog, requerem um nível de conhecimento a mais que eu não possuo.

A boa notícia é que sempre podemos contar com amigos talentosos e pacientes.

E por isso mesmo que, logo no início dessa empreitada, eu gostaria de agradecer profundamente todos os que têm me ajudado e contribuído com idéias, com tempo, com trabalho e com a amizade.

Não cabe listar aqui o nome de todos os queridos suportadores e incentivadores, familiares e amigos (que são muitos e espero poder, no mundo real, agradecê-los e retribuir todas as gentilezas sempre) mas basta dizer que meu restaurante não teria não só o blog, mas nem o nome e nem o endereço se não fossem os diversos amigos que possuo!

Bem vindos!

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Em meados de 2009  resolvi abrir um restaurante. O que no início parecia uma ideia maluca, de (mais uma) advogada cansada do dia-a-dia da profissão pra qual estudou e se dedicou muitos anos, foi aos poucos tomando formato. E põe aos poucos isso. Muito medo, muitas incertezas, muitas dúvidas e muita, muita burocracia pra vencer.

As incertezas persistem em me assombrar, mas aprendi a rir de mim mesma. A rir do inevitável clichê que me tornei… do inevitável amor pela gastronomia que surgiu e se consolidou somente quando isto se tornou “fashion”, quando “comer bem” mas principalmente “conhecer produtos, restaurantes e Chefs estrelados ou midiáticos”  se tornou status.

Mas independente das circunstâncias, se o amor é verdadeiro vale a pena encarar o clichê, vale a pena mergulhar nos livros, na história, e nas panelas (no meu caso pra se queimar muito). Vale a pena buscar seus tomates perfeitamente doces e delicados, vale a pena gastar todas as economias pra visitar aquele restaurante esnobe que povoou os seus sonhos, e vale a pena buscar a sua verdade e algum potencial para encarar isso tudo.

Aprendi a comer melhor, a respeitar o trabalho de quem está por trás de qualquer prato de comida que me foi e me é servido. Aprendi que meu lugar, por mais que o sonho inicial pudesse ser este, não é na cozinha em busca da perfeição em forma de alimento, pois aprendi, acima de tudo, a amar o ambiente dos restaurantes a ponto de querer torná-lo a minha casa.

Já tentei diversos caminhos pra construir este restaurante dos sonhos, restaurante este que, em verdade, é um negócio  como outro qualquer e que  precisa dar lucro,  não podendo, portanto, ceder tanto aos caprichos dos sonhos. Já até iniciei um primeiro blog com a primeira versão do negócio e deixei tudo pra trás pra começar de novo.

E já que hoje, passado mais de um ano da compra da casinha onde vão se desenrolar minhas desventuras, recebi as estacas que irão concretamente fundar o meu restaurante, optei por voltar a relatar os passos da empreitada num blog.

Ou talvez tenha me encorajado a encarar o desafio somente pelo fato de eu já ser  perfeitamente capaz de distinguir cimento de concreto, de explicar como funciona uma estaca strauss, e de calcular o volume cúbico de concreto necessário usando o meu amado e esquecido número PI (obrigada, professor de matemática!).